O acontecimento de um abortamento na história reprodutiva de um casal
deve ser encarado com tranquilidade e não deve ser causa para alarme.
Casais que tiveram
um único aborto, em geral, não têm um risco suficientemente elevado do nascimento de uma criança anormal no futuro para justificar investigações genéticas deles mesmos.
Quando ocorre um
segundo aborto a situação muda, pois levanta-se a suspeita de que um fator sistemático possa estar levando o casal a perdas fetais repetidas.
Se o casal tem
três abortos consecutivos, sem nenhum nativivo, caracteriza-se o chamado “aborto habitual”.
Link para o artigo do “Jornal da Sogiba”
CAUSAS DE ABORTAMENTOS ESPONTÂNEOS
Estudos genéticos realizados nos últimos anos, inclusive no Laboratório GENE, mostram que, em cerca de 70% dos casos, os abortamentos espontâneos ocorrem por causa das doenças genéticas do próprio feto. Se a gravidez tivesse progredido, o bebê nasceria com uma doença genética grave.
É possível fazer o diagnóstico preciso da causa real de um grande número de abortamentos espontâneos pelo estudo genético do material fetal expulso pela mãe ou colhido em curetagem.
O Laboratório GENE dispõe de
técnicas diferentes para o estudo do próprio material fetal.
TÉCNICAS DE ESTUDO DO MATERIAL FETAL
• Exame de todos os cromossomos pela
citogenética clássica (cariótipo): estuda número e estrutura de todos os cromossomos a nível microscópico.
• Exame de todos os cromossomos pela
citogenética molecular ampliada (PCR): tem resultado garantido em 100% dos casos pois o exame é feito em DNA extraído dos tecidos em soro, álcool, formol, bloco de parafina, congelados etc.
• Exame
citogenômico completo pelo método molecular aCGH 44k: a nova e revolucionária técnica molecular aCGH, com alta resolução (44K), estuda 44 mil regiões do DNA e detecta todas as alterações cromossômicas microscópicas e submicroscópicas que causam doenças.
Link para o artigo “Investigação Genética dos Abortamentos Espontâneos pelo DNA